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Bem Vindo!

Este é o blog do Projeto de Orientação Vocacional Profissional da Universidade de Brasília (UnB). Nosso objetivo é levar a Orientação Vocacional Profissional aos mais diversos setores da sociedade, atuando desde a Educação Infantil à Educação de Jovens e Adultos, com o intuito de esclarecer e orientar as pessoas à escolha profissional consciente.
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Administração


  1. Quanto ganha (média salarial/ remuneração)?
Entre R$ 2000,00 e R$ 3000,00 ( no inicio da carreira)
  1. Duração do curso
Quatro anos de duração
  1. Grade Curricular (o que estuda)
  • Teoria geral da administração (aplicações e metodologia)
  • Administração financeira (calcular custos e rentabilidade da empresa e projetos)
  • Gestão de pessoa (conceitos e aplicações)
  • Economia (aspectos que envolvem gestão empresaria, mercado
  • Marketing (funcionamento da marca do produto e da empresa)
  • Administração da produção
  • Logística
  • Administração de processos internos e externos
  • Organização de sistema de métodos (otimização de processos)
  • Gestão empresarial (comportamento da empresa em frente ao mercado)
  • Direito empresaria (versa sobre leis e legislações em uma organização
  • Contabilidade (processos contábeis)
  • Negociação (estudo de processo de vendas foco no cliente)
  • Gestão de projetos (como trabalhar e realizar projeto. Demanda e desenvolvimento de produtos)
  1. Área de atuação
Empresas privadas e públicas, ONGs, toda e qualquer empresa.
  1. O que faz?
Gerencia e otimiza processos e pessoas com vista ao melhor funcionamento da organização
  1. Perfil da profissão
Pró-atividade, organização, boa comunicação verbal, conhecimentos gerais de todas as áreas da empresa que abrangem um negocio.
  1. Aptidão/ Habilidades / Requisitos Pessoais
Dinamismo, postura profissional para tomar decisões, liderança, persuasivo, motivado
  1. Áreas afins / carreiras relacionadas
Economia, Ciências contábeis, direito, tecnologia, recursos humanos, marketing.
  1. Locais em que possui mais campo de atuação
São Paulo, Brasília (gestão pública), Rio de Janeiro, Belo Horizonte
  1. Perspectivas de mercado de trabalho
Grande crescimento. Entrada de grandes empresas no país e empresas locais se globalizando.
  1. Projetos Desenvolvidos
Consultoria empresarial, atendimento ao cliente, consultoria financeira, analise de investimentos, analise para tomada de decisões, crescimento e abertura de empresa, redução de custos em uma organização, gestão de pessoas, gestão de marketing, criação de marca, posicionamento de marca, consultoria em gestão de vendas, treinamentos para capacitação profissional (como vender um produto, como acessar o mercado, estratégias de negociação e apresentação do produto)
  1. Origem do curso (Historia)
O curso de administração surgiu por uma necessidade de profissionais capacitados a administrar, gerenciar, controlar e conduzir uma empresa ou organização a atingir os resultados esperados.
  1. Condições de Trabalho
Geralmente muito boas. Principalmente em empresas privadas.
  1. Qualificação Requerida
O diploma de conclusão do curso de administração e, nem sempre, algum curso de especialização, por exemplo, administração hospitalar.
  1. Recrutamento (como entrar na profissão: concurso, convite, currículo)
Por todos esses meios supracitados é possível entrar na profissão.

Direito


  1. Quanto ganha (média salarial/ remuneração)A amplitude salarial é muito grande e varia de acordo com a área de atuação, sendo difícil de estabelecer uma média geral. A remuneração pode ser desde cerca de R$2.000 até por volta de R$20.000.
  2. Duração do curso
5 anos.
  1. Grade Curricular (o que estuda)
Direito Administrativo, Civil, Penal, Processual Civil, Processual Penal, Direito do Trabalho, Direito Comercial, Constitucional, Filosofia do Direito, Medicina Legal e etc.
  1. Área de atuação
Serviços públicos no setor governamental e escritórios de advocacia.
  1. O que faz
Interpreta e aplica as leis.
  1. Perfil da profissão
Gosto pela leitura e motivação para estudar são fundamentais para quem deseja ingressar no curso. O interessado deve, ainda, ter facilidade em disciplinas da área de Humanas
  1. Aptidão/ Habilidades / Requisitos Pessoais
Dominar recursos de oratória, ter facilidade para argumentar, ser confiante.
  1. Áreas afins / carreiras relacionadas
Sociologia, Filosofia, Ciência Política.
  1. Locais em que possui mais campo de atuação
Brasília, pelo grande número de concursos públicos e diversos escritórios de advocacia voltados, em grande escala, para a atuação em tribunais. Em outros estados também é comum escritórios de advocacia voltados para a assessoria jurídica de empresas, principalmente.
  1. Perspectivas de mercado de trabalho
Mercado promissor, apesar do alto número de bacharéis em Direito. Muitas oportunidades em concursos públicos e verifica-se carência de profissionais preparados para o mercado de advocacia privada.
  1. Projetos Desenvolvidos
Projetos específicos para cada ramo de atuação.
  1. Origem do curso (Historia)
As origens do curso remontam às primeiras universidades do mundo, que surgiram na Europa medieval por volta do século XII.
  1. Condições de Trabalho
Boas. Em geral a carga horária é razoável e as condições físicas são confortáveis.
  1. Qualificação Requerida
A depender de cada área de atuação. Genericamente requere-se bacharelado em Direito e aprovação para membro da Ordem dos Advogados do Brasil.
  1. Recrutamento (como entrar na profissão: concurso, convite, currículo)
A depender de cada área de atuação. É possível o ingresso tanto por concurso quanto por convite ou ainda mediante apresentação de currículo.

Relações Internacionais


  1. Quanto ganha (média salarial/ remuneração)?
Salário inicial médio é entre R$ 1.500,00 a R$ 2.000,00.

  1. Duração do curso
Duração média: quatro anos.

  1. Grade Curricular (o que estuda)
 O curso é composto de dois segmentos.O primeiro, com duração de dois anos, Constitui o tronco básico do curso. Nele são oferecidas disciplinas obrigatórias das cinco áreas, voltadas à formação básica dos estudantes (Ciência Política, Direito, Economia, História e Sociologia). O segundo segmento, também com duração de dois anos, é composto por três conjuntos: 1) tronco comum, constituído por três disciplinas obrigatórias, voltadas à formação avançada em relações internacionais; 2) eletivas nas áreas de Ciência Política, Direito, Economia, História e Sociologia, 3) Optativas livres para a formação individual, na área de interesse.
  1. Área de atuação
Depois de formado, o profissional de relações internacionais estará apto a trabalhar em instituições comerciais e financeiras, tanto do setor privado como do público; ONGs (organizações não-governamentais) que defendam direitos humanos, ecologia etc; consultorias econômicas, políticas, comerciais ou jurídicas; além de organizações internacionais, como ONU, OMS ou OMC.

  1. O que faz?
Para especialistas da área, junto com a formação dos blocos econômicos e, conseqüentemente, o estreitamento das relações político-econômicas dos países, surge a necessidade de empresas, órgãos governamentais e entidades em geral terem profissionais gabaritados para trabalhar como um elo entre as instituições e o mundo.
  1. Perfil da profissão
É ter a capacidade de analisar o cenário mundial, investigar mercados, avaliar as possibilidades de negócios e aconselhar investimentos no exterior. Como também promover entendimentos entre empresas e governos de diferentes países, abrindo caminho para exportações, importações e acordos bilaterais ou multinacionais. A internacionalização da economia amplia o campo de atuação desse profissional, que pode trabalhar em ministérios, embaixadas e consulados, grandes empresas, bancos e ONGs.

  1. Aptidão/ Habilidades / Requisitos Pessoais
É uma graduação que exige bastante leitura e o domínio de línguas estrangeiras – o inglês é indispensável. A maioria das escolas exige que seus alunos façam estágio em empresas ou instituições públicas ou privadas com atuação internacional. É obrigatória a realização de um trabalho de conclusão decurso.
  1. Áreas afins / carreiras relacionadas
Agências governamentais planejar ações dos governos federal, estadual ou municipal nos setores político, econômico, comercial, social e cultural. Analista internacional Coletar dados e elaborar relatórios sobre a conjuntura internacional para órgãos governamentais, empresas privadas e ONGs. Participar da elaboração de programas de cooperação com outras nações. Comércio exterior Identificar oportunidades de comércio com outros países e intermediar a importação e a exportação de produtos.

  1. Locais em que possui mais campo de atuação
Organizações internacionais, em entidades públicas não-governamentais (ONGs) ou para a atuação em outras instâncias do serviço público de uma forma geral (Ministérios, empresas públicas, órgãos do Poder Legislativo, etc.). Mesmo a empresa privada, em especial bancos e consultorias, tem absorvido considerável número de graduados em Relações Internacionais.
  1. Perspectivas de mercado de trabalho
O mercado para o bacharel continua em expansão. Nos últimos cinco anos, foram criadas oportunidades principalmente em grandes empresas do setor privado, de olho nos profissionais que tenham visão global e diplomacia para ocuparem posições de gestão. Multinacionais como AmBev, Danone, Unilever e Vale oferecem vagas para trainees, que podem atuar no país ou no exterior. Para quem já tem experiência, instituições financeiras como o Banco Interamericano de Desenvolvimento e o Banco Mundial, além de organizações intergovernamentais internacionais, entre elas a ONU, a Unesco, a OMC e a OEA, oferecem boas chances de trabalho, ainda melhores para aqueles que investem numa pós-graduação no exterior. No Brasil, concursos públicos de órgãos como os Tribunais de Contas estaduais e da União e o Itamaraty quadruplicaram o número de vagas em três anos.
  1. Projetos Desenvolvidos
  2. Origem do curso (Historia)
As Relações Internacionais surgem como um domínio teórico da Ciência Política no período imediatamente posterior à 1ª Guerra Mundial. Usualmente, se reporta ao Royal Institute of International Affairs, fundado em 1920, o pioneirismo no estudo exclusivo às relações internacionais. No mesmo período, a London School of Economics inauguraria um Departamento de Relações Internacionais, que posteriormente seria importante para a construção de teorias da escola inglesa de relações internacionais. O primeiro programa de Doutorado em Relações Internacionais do Brasil foi criado em 2001 pela PUC-Rio. Já o primeiro curso de Graduação em Relações Internacionais do Brasil foi criado em 1974, na Universidade de Brasília.
  1. Condições de Trabalho
  2. Qualificação Requerida
Habilidades para compreender o funcionamento e a dinâmica do sistema internacional contemporâneo, analisar problemas que afetam o equilíbrio das relações internacionais e refletir, criticamente, sobre suas implicações éticas.
  1. Recrutamento (como entrar na profissão: concurso, convite, currículo)
O profissional de relações internacionais encontra um campo de trabalho bem consolidado em países desenvolvidos, mas, no Brasil, a carreira ainda dá os seus primeiros passos, com investimentos de corporações estrangeiras e a expansão das nacionais. E também o profissional de relações internacionais estará apto a trabalhar em instituições comerciais e financeiras, tanto do setor privado como do público; ONGs (organizações não-governamentais) que defendam direitos humanos, ecologia etc; consultorias econômicas, políticas, comerciais ou jurídicas; além de organizações internacionais, como ONU, OMS ou OMC.

História


1.Origem do curso na UnB

O estudante interessado em torna-se um historiador deve estar consciente de que a História é um dos mais antigos saberes constituídos pela civilização. Com a Filosofia e a Literatura (poesia e teatro) a História está presente desde os primeiros momentos da nossa tradição ocidental. O esforço sistemático de compreensão racional do passado, resultando em uma obra escrita, remonta ao grego Heródoto, no século V a.C. No século XIX, com o desenvolvimento de vários instrumentos de pesquisa e de análise do documento, a História ganhou assumiu sua pretensão metódica de cientificidade. Ao buscar estabelecer os fatores explicativos confiáveis da ação humana no passado, a História ganhou reconhecimento entre as chamadas Ciências Humanas e Sociais. Hoje em dia, a construção do saber histórico tem consciência das variáveis de sua produção, de que dependem a verdade e a objetividade sociais a que se candidata. Assim, os historiadores hoje dedicam-se também às formas de apresentar o resultado de suas pesquisas não só na historiografia, isto é, nas narrativas historiográficas, mas igualmente no ensino e na formação dos novos historiadores. A História, por ser científica, dialoga com os demais campos do saber, como a Literatura, a Filosofia, a Política, a Antropologia, a Sociologia, o Direito, a Economia, pois o produto final do trabalho do historiador é um texto científico de múltiplas facetas, uma composição literária, em estilo que permita ser lido com prazer. Os futuros historiadores, portanto, devem buscar não só a competência em lidar com as fontes documentais e de outra natureza (visuais, plásticas, arquitetônicas, etc.), com a bibliografia acumulada ao longo das tradições e presente nas bibliotecas e arquivos, mas igualmente desenvolver a habilidade narrativa, com o ofício do escritor.
Em particular desde o século XIX, a História desempenha um papel relevante na construção da identidade de várias nações. Assim como cada indivíduo tem uma memória pessoal, cada sociedade constrói uma memória coletiva, cada Estado promove uma “marca” própria. Certamente, os historiadores estão entre os principais artífices da memória coletiva, responsáveis não só pela constituição de um passado coletivo, nacional, como pela vigilância dos usos e abusos que deste passado possam vir a ser feitos. Há quem diga que, em função da contemporânea globalização, as histórias nacionais estão em baixa. Não é verdade. Hoje, ao mesmo tempo em que se assiste à mundialização econômica e cultural, verifica-se o recrudescimento das identidades, étnicas, religiosas e também nacionais.


2. O que faz o profissional:
Historiador é o profissional que estuda/pesquisa o passado humano em seus vários aspectos: economia, sociedade, cultura, ideias e cotidiano. O historiador investiga e interpreta criticamente os acontecimentos, buscando resgatar a memória da humanidade e ampliar a compreensão da condição humana. Seu trabalho se baseia, principalmente, na pesquisa de documentos, como manuscritos, impressos, gravações, filmes, objetos e fotos. Depois de selecionar, classificar e relacionar os dados levantados em bibliotecas, arquivos, entrevistas ou estudos arqueológicos, ele data o fato ou o objeto, confere autenticidade e analisa sua importância e seu significado para a compreensão do encadeamento dos acontecimentos.
3.Perfil da profissão e habilidades:

Interesse por questões sociais e por leitura, capacidade de reflexão, de argumentação e transmissão de idéias, senso crítico, capacidade de pesquisa, meticulosidade. Gostar de ler e escrever muito. Outra habilidade importante é o conhecimento de, no mínimo, uma língua estrangeira e de funções básicas de informática. O interessado deve ser criativo, ter vontade de descobrir novos assuntos e manter o espírito crítico.

4. Currículo (o que estuda):

Ao longo dos semestres, os estudantes passam por até quatro fases do estudo de História Antiga, Medieval, Brasileira, da América, Moderna e Contemporânea. O curso tem duas habilitações: a licenciatura, direcionada ao magistério, e o bacharelado, voltado à pesquisa. Na primeira, são exigidas disciplinas na área de pedagogia e um estágio supervisionado – para o qual os alunos da UnB têm vaga garantida na rede pública do Distrito Federal. Se optar pelo bacharelado, o estudante poderá desenvolver pesquisas em disciplinas específicas da História. Há, ainda, a possibilidade de escolher a dupla habilitação.
O curso de Graduação em História da UnB oferece duas habilitações:

a) a licenciatura, voltada para a preparação para o magistério no ensino fundamental e médio;

b) o bacharelado, destinado a habilitar o profissional para a pesquisa.

Para a licenciatura é obrigatório o cumprimento de disciplinas pedagógicas e do estágio supervisionado. No caso do bacharelado, o aluno poderá desenvolver uma pesquisa histórica em disciplina específica, sob a supervisão de um docente. Há a possibilidade de, concomitantemente, cursar-se as duas habilitações.
Para os graduados em História, a UnB oferece também a possibilidade de cursar uma Pós-Graduação em História. O acesso à pós-graduação é feito uma vez ao ano, por processo seletivo específico. São oferecidos os cursos de Mestrado e Doutorado, organizados em torno de três Áreas de Concentração: História Cultural, História Social e Estudos Feministas e de Gênero.

5. Duração do curso: Mínimo: 6 semestres / 14 (máximo). Recomendado: 8

6. Área de atuação- mercado de trabalho- recrutamento:

Ensino: Lecionar história geral ou do Brasil para o ensino fundamental, médio e superior ou cursos pré-vestibulares.

Memória empresarial: Pesquisar a história de empresas e instituições e apresentá-la em livros, artigos ou reportagens.

Pesquisa: Investigar temas específicos em arquivos, institutos de pesquisa e universidades para produzir teses, livros e artigos.

O profissional em formação em História encontra se tradicionalmente ligado à área do magistério, podendo exercer essa atividade nas escolas de ensino fundamental e médio, no caso de ter alcançado a licenciatura na graduação, ou nos estabelecimentos de ensino superior, quando portador de diploma de pós-graduação. Nos últimos tempos, entretanto, cada vez mais os historiadores têm encontrado formas novas de exercer suas aptidões. O campo da pesquisa tem aberto, neste sentido, caminhos instigantes, seja pela via de trabalhos de consultoria para cinema e televisão (assessorando a produção de novelas e minisséries, por exemplo), seja através da atuação em organizações (principalmente as não governamentais ONGs), interessadas em trabalhar fenômenos sociais atuais cuja perspectiva histórica esclarece nuances que permaneceriam imperceptíveis. Outros importantes campos de atuação para o historiador são aqueles ligados aos mais variados tipos de informação: arquivos, museus, bibliotecas, administração pública, perícia técnica (demarcação de quilombos e áreas indígenas, por exemplo) etc. Os historiadores são também, e cada vez mais, requisitados para trabalhar como assessores políticos. Uma outra possibilidade diz respeito à constituição de empresas de consultoria e assessoramento em áreas as mais diversas.
Outros importantes campos de atuação para o historiador são aqueles ligados aos mais variados tipos de informação: arquivos, museus, bibliotecas, administração pública, perícia técnica (demarcação de quilombos e áreas indígenas, por exemplo) etc. Os historiadores são também, e cada vez mais, requisitados para trabalhar como assessores políticos. Uma outra possibilidade diz respeito à constituição de empresas de consultoria e assessoramento em áreas as mais diversas.
A forma de recrutamento como professor é através de concurso. No setor privado, a melhor opção é enviar o currículo para os departamentos de recursos humanos. O estágio pode ser uma boa oportunidade para se ingressar no mercado. O processo de seleção, às vezes, é rigoroso: o candidato passa por prova de conhecimentos específicos, dinâmica de grupo e entrevistas.



7. Locais em que possui maior campo de atuação no mercado de trabalho / Perspectiva do mercado de trabalho:

Hoje, as instituições de ensino continuam sendo opções muito frequentes para os graduados desse curso, mas elas têm dividido espaço cada vez maior com atividades bem diversificadas, como os ramos da memória empresarial, da museologia e da restauração.As empresas, por exemplo, têm requerido mais e mais profissionais formados em história para organizar e montar o acervo de sua própria trajetória.
Seja qual for à atuação no mercado, os professores dos cursos de história são unânimes: quem escolhe prestar vestibular para essa carreira deve saber que enfrentará uma graduação com uma carga muito grande de leitura sobre uma ciência que não para nunca. Afinal, a cada dia que passa, a história fica um dia mais longa.Fonte: Folha de São Paulo

9. Áreas afins/ Carreiras relacionadas:

O profissional com formação em História encontra-se tradicionalmente ligado à área do magistério, podendo exercer essa atividade nas escolas de ensino fundamental e médio, no caso de ter alcançado a licenciatura na graduação, ou nos estabelecimentos de ensino superior, quando portador de diploma de pós-graduação. A experiência de pesquisa e a aptidão de realizá-la com qualidade e autonomia são requisitos para a atividade acadêmica em estabelecimentos de ensino superior.Nos últimos tempos, entretanto, os historiadores têm encontrado formas novas de exercer suas competências. Além do ensino e da pesquisa universitária, importantes campos de atuação para o historiador são aqueles ligados aos mais variados tipos de informação: arquivos, museus, bibliotecas, administração pública, perícia técnica (demarcação de quilombos e áreas indígenas, por exemplo) etc. Nos últimos decênios, o campo da pesquisa tem aberto caminhos instigantes, um deles, a atuação em organizações (principalmente as não-governamentais - ONGs), interessadas em compreender fenômenos sociais atuais cuja perspectiva histórica esclarece nuanças que, de outra forma, permaneceriam imperceptíveis. Os historiadores são também requisitados para trabalhar como assessores políticos.

10. Quanto ganha (média salarial/ remuneração): Salário médio inicial: R$ 872,00
11. Projetos afins desenvolvidos na unidade acadêmica
Todos os professores do Departamento de História são doutores, muitos com formação fora do Brasil. Os alunos têm à disposição um laboratório de informática e laboratórios de estudos clássicos, antigos e medievais, entre outros.
12. Formação necessária para o mercado de trabalho:
O registro do diploma no MEC é obrigatório para ambas as habilitações. Entre as entidades que hoje reúnem historiadores temos: a Associação Nacional de História ANPUH, que também funciona a partir de núcleos regionais; a Sociedade de Estudos Históricos; a Associação Nacional de Pesquisadores de História Latino Americana e Caribenha ANPHLAC; a Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos; a Associação Brasileira de História Oral, dentre outras.
Para exercer o magistério no ensino fundamental e médio, é preciso ter bacharelado e licenciatura em história. Para o ensino universitário, a licenciatura não é necessária, mas quase sempre é preciso ter o grau de mestre ou doutor. Programas de mestrado e doutorado em história da cultura, do Departamento de História da PUC do Rio, constituem excelente qualificação para prestadores de serviços de consultoria na área de produção cultural em geral.

Educação do Campo


1.Origem do curso no campus:
O curso de Graduação de Licenciatura em Educação do Campo, aprovado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CEPE - da Universidade de Brasília, e cuja primeira turma teve inicio em 2007, atende à demanda formulada pelo Ministério da Educação, por intermédio da Secretaria de Educação Superior e da Secretaria de Educação Continuada Alfabetização e Diversidade, endereçada à Universidade de Brasília mediante carta-convite em novembro de 2006. Tem como objeto a escola de Educação Básica do Campo, com ênfase na construção da organização escolar e do trabalho pedagógico para os anos finais do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio.

2.O que faz o profissional:
O Curso pretende formar e habilitar profissionais na educação fundamental e média que ainda não possuam a titulação mínima exigida pela legislação educacional em vigor, quer estejam em exercício das funções docentes, ou atuando em outras atividades educativas não escolares junto às populações do campo. O curso tem a intenção de preparar educadores para uma atuação profissional que vai além da docência, dando conta da gestão dos processos educativos que acontecem na escola e no seu entorno.

3.Habilidades que o profissional do curso deve ter:

Desejar ser um educador.

4.Currículo(disciplinas do curso):
A matriz curricular desenvolve uma estratégia multidisciplinar de trabalho docente, organizando os componentes curriculares em quatro áreas do conhecimento: Linguagens; Ciências Humanas e Sociais; Ciências da Natureza e Matemática; Ciências Agrárias.
A organização curricular prevê etapas presenciais (equivalentes a semestres de cursos regulares) em regime de alternância entre Tempo/Espaço Escola-Curso e Tempo/Espaço Comunidade-Escola do Campo, tendo em vista a articulação intrínseca entre educação e a realidade específica das populações do campo, bem como a necessidade de evitar que o ingresso de jovens e adultos na educação superior reforce a alternativa de deixar de viver no campo. A carga horária total prevista é de 3525 horas/aula e 235 créditos, integralizadas em oito etapas (semestres) presenciais, integralizando 4 anos de curso.

5.Duração(mínimo,máximo,recomendado)
:
Número de semestres: 7 (mínimo) / 14 (máximo). Recomendado: 8
Quantidade de créditos para formatura: 235


6.Área de atuação e mercado de trabalho:
- Na gestão de processos educativos escolares, entendida como formação para a educação dos sujeitos das diferentes etapas e modalidades da Educação Básica, para a construção do projeto político-pedagógico e para a organização do trabalho escolar e pedagógico nas escolas do campo.
- Na docência em uma das áreas de conhecimento propostas pelo curso.
- Na gestão de processos educativos nas comunidades: preparação específica para o trabalho formativo e organizativo com as famílias e ou grupos sociais de origem dos estudantes, para liderança de equipes e para a implementação de iniciativas e ou projetos de desenvolvimento comunitário sustentável que incluam a participação da escola.
- Na gestão de processos educativos nas comunidades: preparação específica para o trabalho formativo e organizativo com as famílias e ou grupos sociais de origem dos estudantes, para liderança de equipes e para a implementação de iniciativas e ou projetos de desenvolvimento comunitário sustentável que incluam a participação da escola.

7.Locais com mais campo de atuação
:
O curso tem o objetivo de formar educadores das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, para atuar na Educação Básica em escolas do campo

8.Carreiras relacionadas:

Pedagogia e licenciaturas.

9.Salário:

Varia de um salário mínimo ao salário de um professor concursado.
10.Citar alguns projetos desenvolvidos na universidade:
- A Construção da Sustentabilidade no Assentamento Colônia I - Unindo Forças para Viver e Preservar
Desde 1996, o Decanto de Extensão da Universidade de Brasília, através do Grupo de Trabalho de Apoio à Reforma Agrária – GTRA desenvolve projetos multidisciplinares de formação de trabalhadoras/es rurais, em cerca de cinqüenta assentamentos da região do Distrito Federal e Entorno.  Formação de técnicos e agricultores. Participam do projeto 7 bolsistas e professores da FUP, 15 famílias e 4 técnicos agrícolas da comunidade.
Profª. Mônica Castagna Molina
Área de Formação: Sociologia e Desenvolvimento Sustentável
Subáreas de interesse: Sociologia Rural e Sociologia da Educação, Educação do Campo
Este é um dos projetos que são realizados pelos alunos de educação do campo, existem vários outros.

Ciência Política


1.Origem do curso na UnB

Para Darcy Ribeiro, a missão da Universidade de Brasília, situada no centro geográfico do país, era tornar-se um pólo de irradiação científica, com docentes e pesquisadores capazes de formar quadros profissionais que contribuíssem para o desenvolvimento social da região, e dos demais países da América Latina. É no marco da utopia de Darcy Ribeiro que Brasília se torna sede do primeiro curso de graduação em Ciência Política no país cuja vocação seria voltada para atender as aspirações de jovens talentosos procedentes de todo o Brasil e demais localidades carentes de formação universitária de excelência
Dez anos depois, em 1970, a Ciência Política amplia suas atividades acadêmicas e passa integrar o Mestrado em Sociologia desenvolvendo pesquisa no âmbito da Sociologia Política. Professores de renome como Gláucio Soares, Alexandre Barros, José Carlos Brandi Aleixo, Vamireh Chacon e David Fleischer integraram o corpo de professores ministrando as disciplinas de Ciência Política.
Em 1976, é criado o Departamento de Ciência Política e Relações Internacionais. No segundo semestre de 1983, o então Decano de Pesquisa e Pós-Graduação autoriza a instalação de dois Cursos de Mestrado, em Ciência Política e em Relações Internacionais. As primeiras turmas iniciam os seus estudos em março de 1984.
Após a redemocratização e com a instalação das atividades da Assembléia Nacional Constituinte (1987-1988), professores e alunos do Departamento de Ciência Política participam ativamente, no Centro de Estudos e Acompanhamento da Constituinte (CEAC). Como resultado desse envolvimento no processo de formação da nova Constituição, a primeira dissertação do Mestrado em Ciência Política, defendida em dezembro de 1988, versava justamente sobre o tema da representação política nas duas subcomissões da Assembléia Nacional Constituinte.
O Programa de Pós-Graduação em Ciência Política foi credenciado pelo MEC em 1989. Entre os anos de 1992 e 1998 obteve o conceito "A" nas avaliações realizadas pela CAPES. O período seguinte foi marcado pelo impacto da divisão entre o Instituto de Ciência Política (IPOL) e o Instituto de Relações Internacionais (IREL) e o conseqüente remanejamento de docentes entre as duas unidades. No triênio 1995-1997 o curso recebeu conceito nota 3. Refeito da divisão ocorrida, no período seguinte (1998-2000) o conceito subiu para 4.
Os indicadores de cumprimento dos objetivos do programa em relação à formação de mestres e estímulo à pesquisa têm sido recompensadores. Desde o início do Programa, foram formados mais de 188 mestres em Ciência Política. O mestrado tem capacitado os alunos para dar continuidade da pós-graduação em outros programas da UnB bem como em outros programas de excelência no país e no exterior, como a UFMG, USP, UNICAMP, IUPERJ, além de SUNY-Albany, Princeton University (USA), Johns Hopkins University e Université de Paris, entre outras.
No segundo semestre de 2006, uma comissão de professores elaborou uma proposta inicial de ampliação do nosso Programa de Pós Graduação através da criação de um Curso de Doutorado. O novo programa foi aprovado pela CAPES em Julho de 2007 e instituído em Março de 2008 com o ingresso dos primeiros doutorandos. A reformulação do programa envolveu também a reestruturação do Mestrado em Ciência Política. Hoje, o Programa de Pós-Graduação em Ciência Política conta com duas áreas de concentração: 1. Democracia e Democratização e 2. Política Brasileira.


2. O que faz o profissional:

Os cientistas políticos estudam os sistemas, as organizações e os processos políticos que incluem as estruturas governamentais e suas mudanças e as organizações relativas à segurança, direitos civis, justiça, educação, saúde, etc. Eles também estudam as estruturas organizações de empresas e entidades como sindicatos, federações associações, igrejas, etc.
Algumas pessoas dizem que o principal objeto de estudo da ciência política é o Estado. Outras, que é o poder. Entende-se por “Estado”, neste caso, uma instituição organizada política, social e juridicamente dentro de um território. Um exemplo é o Estado brasileiro, cuja legislação é definida na Constituição Federal. “Poder” é o exercício da autoridade ou da soberania através de influências ou da força. Na verdade tanto o Estado como o poder incluem o conjunto dos objetos de estudo da ciência política.
Há distinções, por exemplo, entre o autoritarismo (ou “poder autoritário”) e a ditadura (ou “poder ditatorial”). O autoritarismo é um regime político em que o governante se excede no exercício da autoridade sem respeitar liberdades individuais. Na ditadura, além do governante não respeitar as liberdades individuais, ele não é eleito pela população.


3.Perfil da profissão e habilidades:

O estudo da Ciência Política envolve diversas disciplinas das ciências humanas, como História, Geografia, Filosofia e Antropologia. O interessado em ingressar na graduação também precisa ter afinidade com o tema e muita disposição para a leitura.

4. Currículo (o que estuda):
A graduação investe em duas vertentes principais: o estudo da democracia e o estudo da forma como esse sistema político afeta a realidade brasileira. No currículo, destacam-se também para as relações entre mídia e política. Além disso, existe a proposta de constante valorização da identidade nacional. Um dos setores em expansão é o de estudos sobre questões afro-descendentes e indígenas.


5. Duração do curso: Mínimo: 6 (mínimo) / 12 (máximo). Recomendado: 8.

6. Área de atuação- mercado de trabalho- recrutamento:
Quando se fala em política, muitas pessoas pensam exclusivamente em corrupção e falta de ética. No entanto, é necessário lembrar que a política nasceu como uma forma de transformar a realidade e de garantir a igualdade de direitos entre os diferentes membros de uma sociedade. Nesse cenário, o cientista político é alguém que conhece profundamente a história dos processos políticos e tem habilidades para definir tendências e sugerir caminhos.
A forma de recrutamento como professor é através de concurso. No setor privado, a melhor opção é enviar o currículo para os departamentos de recursos humanos. O estágio pode ser uma boa oportunidade para se ingressar no mercado. O processo de seleção, às vezes, é rigoroso: o candidato passa por prova de conhecimentos específicos, dinâmica de grupo e entrevistas.


7. Locais em que possui maior campo de atuação no mercado de trabalho / Perspectiva do mercado de trabalho:
Quem se identifica com esse nicho pode prestar assessoria política aos órgãos públicos e às empresas privadas. No caso de Brasília, o mercado é amplo, com espaço nos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Porém, as ofertas não estão só na capital: prefeituras também contam com serviços de consultoria na área. O bacharel em Ciência Política pode trabalhar em partidos, institutos de pesquisa ou com marketing político. No setor privado, o profissional pode atuar em bancos e indústrias como analista e organizador de estratégias políticas.


9. Áreas afins/ Carreiras relacionadas:
O bacharel em Ciência Política pode trabalhar em partidos, institutos de pesquisa ou com marketing político. No setor privado, o profissional pode atuar em bancos e indústrias como analista e organizador de estratégias políticas.


10. Quanto ganha (média salarial/ remuneração):

11. Projetos afins desenvolvidos na unidade acadêmica: Na UnB, o estudante pode participar de programas de iniciação científica desenvolvidos por professores do Instituto de Ciência Política (Ipol). O Ipol também promove anualmente a Semana da Política com palestras, seminários e workshops sobre um tema da atualidade.

12. Formação necessária para o mercado de trabalho:
Habilitação: Bacharelado em Ciência Política
Curso de Inglês

Terapia Ocupacional



  1. Origem do curso no campus: Campus UnB Ceilândia teve origem na necessidade de ampliar o acesso da comunidade em geral à universidade o curso de Fisioterapia é o primeiro curso em instituição publica do DF.

  2. O que faz o profissional: O Curso de Graduação em Terapia Ocupacional estuda o processo saúde-doença do individuo, da família e da comunidade, integrado à realidade epidemiológica da região. Com isso, busca proporcionar a integralidade das ações e sugerir medidas específicas de prevenção, controle e erradicação das enfermidades. O curso abordará conteúdos das Ciências Biológicas e da Saúde, incluindo temas como estrutura e função dos tecidos, órgãos, sistemas e aparelhos, entre outros tópicos.

  3. Perfil da profissão e habilidades: O terapeuta ocupacional deve desenvolver habilidade para cuidar de pessoas que necessitam de atenção com relação a problemas físicos, sensoriais, mentais, emocionais e sociais, que limitam as suas atividades de vida diárias e sociais.

  4. Currículo: O curso é composto de disciplinas da área de saúde, tais como anatomia, fisiologia, biologia e pediatria, e das ciências humanas e sociais, como ética e psicologia. A formação do terapeuta inclui disciplinas práticas a partir do segundo ano e o estágio obrigatório em comunidades, hospitais, centros de saúde, asilos e centros de reabilitação no último ano.

  5. Duração (Mínimo, Máximo, Recomendado): Mínimo: 8 Máximo: 16

  6. Área de atuação e Mercado de trabalho e Recrutamento: O terapeuta ocupacional atua na promoção da saúde, prevenção e tratamento doenças e na reabilitação de pacientes.

  7. Locais com mais campo de atuação: As melhores ofertas de trabalho estão nas regiões Sudeste e Sul, devido ao tamanho das redes hospitalares. Mas, com a descentralização das áreas industriais, cresce a demanda também no Nordeste e no Norte do país.

  8. Perspectiva de mercado de trabalho: Hospitais; Clínicas; Ambulatórios; Consultórios; Escolas; Creches; Programa de Saúde da Família; Centros de Reabilitação; Centro de atendimentos à pessoa idosa.

  9. Carreiras relacionadas: Área da saúde.

  10. Salário: R$ 1.500,00 em média.

  11. Condições de trabalho:

  12. Projetos afins desenvolvidos na unidade: UnB Campus Ceilândia os estudantes participam de Projetos de Extensão, relacionados à atenção a saúde na comunidade local, Projetos de Iniciação Cientifica.

Português do Brasil como Segunda Língua (PBSL)


Artigo retirado de http://vsites.unb.br/il/liv/graduacao/pbsl.htm
A Licenciatura denominada PORTUGUÊS DO BRASIL CO-MO SEGUNDA LÍNGUA (PBSL) tem por meta a formação de professores de Língua Portuguesa para ensinar o Portu-guês do Brasil – língua, literatura e cultura – a falantes e usuários de outras línguas.
O Curso, que se circunscreve em um contexto de Políticas Lingüísticas, foi criado com o objetivo principal de atender a comunidades que, no Brasil, não têm o português como primeira língua e de, no exterior, atender àqueles que de-sejam aprender o Português do Brasil como língua de co-municação internacional.
Os aspectos que distinguem o Português do Brasil como Segunda Língua (doravante PBSL) das outras habilitações do Curso de Letras da UnB, primordialmente, da Licencia-tura em Língua Portuguesa e respectiva Literatura (04120), do turno diurno e da Licenciatura em Língua Portuguesa e respectiva Literatura (04146), do turno noturno, são, prin-cipalmente:
1. os futuros licenciados entram no Curso por meio de ves-tibular com quantidade de vagas definidas para o PBSL;
2. o PBSL tem orientação curricular diferente dos outros Cursos;
3. o PBSL possui um fluxo de Curso específico e distancia-do dos outros Cursos;
4. o mercado de trabalho é amplo, uma vez que o Curso habilitará professores para ministrar aulas em comunidades que não têm o português como língua materna;
5. as comunidades visadas para o ensino de português do Brasil são os estrangeiros, os índios, os surdos e, por ven-tura, outras comunidades que a médio prazo se identifi-quem como alvo desse conhecimento.

Histórico


O Curso foi criado no segundo semestre de 1997 e foi im-plantado no primeiro semestre de 1998, ocasião em que se deu o primeiro vestibular. Desde então, todas as vagas ofer-tadas se completam. A primeira turma de licenciados diplo-mou-se no segundo semestre de 2001.

As justificativas para a abertura deste novo Curso, da área de Letras, foram as seguintes:

1. O Departamento de Lingüística, Línguas Clássicas e Vernácula (LIV), do Instituto de Letras (IL), da Universidade de Brasília (UnB), decidiu preencher uma lacuna em sua estrutura curricular em favor da internacionalização de nos-so idioma. Na atualidade, o Português é língua de dois grandes mercados mundiais, a União Européia e o Merco-sul, e língua oficial de todos ao países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

2. LIV procurou, assim, atender à crescente demanda de formação de docentes que possam atuar nos mais diversos contextos públicos e privados, tanto no Brasil quanto no exterior.

3. O Curso, durante todo processo de organização do fluxo, foi orientado para o desenvolvimento da compreensão e pro-dução lingüísticas e interculturais, bem como para os estudos contrastivos, a fim de preparar profissionais brasi-leiros – estudantes de PBSL – a ensinarem o vernáculo a falantes de outras línguas das mais diversas comunidades nacionais e internacionais.


A concepção do Curso de Licenciatura em Português do Brasil como Segunda Língua demonstra que não se trata de um curso de português para estrangeiros. A denomina-ção do curso parece guardar essa ambigüidade, porém não são os estrangeiros o público alvo desta Licenciatura. O público alvo é o estudante brasileiro que presta exame de seleção para a UnB.

Convém observar que as outras opções Licenciatura em Língua Portuguesa e respectiva Literatura (opção 04120), do turno diurno, e Licenciatura em Língua Portuguesa e respectiva Literatura (opção 04146), do turno noturno, habi-litam profissionais brasileiros para ensinar Português para brasileiros nas escolas de ensino fundamental e médio. Por sua vez, a Licenciatura em Português do Brasil como Se-gunda Língua (opção 04430) habilita profissionais brasilei-ros para ensinar Português a falantes e usuários de outras línguas, seja língua estrangeira, seja língua indígena, seja língua de sinais etc. Assim sendo, o exame de seleção para este Curso recruta estudantes brasileiros como acon-tece tradicionalmente nos vestibulares nacionais.

Um dos principais motivos para a criação do PBSL está decalcado no perfil do profissional que poderá ocupar espa-ços em mercados brasileiros ou estrangeiros que requei-ram o conhecimento da língua portuguesa, por motivos so-ciais, políticos e econômicos. Inspirada pelo movimento em favor do significativo pluralismo lingüístico e cultural de Bra-sília, a UnB oferece esta pioneira Licenciatura.

O currículo do PBSL e o fluxo de formação
Em um mundo de profissionais cada vez mais competen-tes, o mercado para professores de PBSL requer uma sóli-da formação interdisciplinar.
O LIV considera que a formação dos docentes de PBSL deve dar-se por meio de um conjunto de disciplinas organi-zadas em blocos. As disciplinas foram criadas de acordo com a concepção pedagógica do Curso, que está vinculada à formação educacional, ao trabalho e às práticas sociais.
Os blocos estão assim estruturados:
1. Conhecimentos de lingüística aplicada, fundamentais pa-ra a formação do pensamento científico de qualquer docen-te de língua(s).
2. Disciplinas teórico-práticas e de natureza contrastiva.
3. Disciplinas que contemplam políticas lingüísticas e for-mas contemporâneas de linguagem.
4. Disciplinas que respondem pela formação da teoria e da prática pedagógicas.
5. Disciplinas que ampliam os conhecimentos de línguas.
6. Disciplinas que ampliam os conhecimentos sócio-cultu-rais do Brasil.
O Curso de PBSL contempla a orientação básica da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei nº 9 394, de 20 de dezembro de 1996.
OBS.: É evidente que não se excluem de cursar a Licen-ciatura em PBSL estudantes estrangeiros que se subme-tam ao exames de seleção (vestibular, PAS) para entrar nos cursos da UnB.
Dados básicos do curso de Graduação
O currículo da Licenciatura está organizado de maneira a que os estudantes a concluam em 4 anos. Os dados de formação curricular são os seguintes:
I. O período de vigência é a partir de 1/98
II. Os créditos em disciplinas, segundo a modalidade distri-buem-se em:
1) disciplinas de modalidade obrigatória;
2) disciplinas de modalidade optativa;
3) disciplinas para cumprimento de módulo livre.
III. Há um limite de créditos máximo e de créditos mínimos a serem cursados por período.
IV. O Curso contempla um total de 2460h
Por tratar-se de uma proposta nova, o Curso proporcionou o desenvolvimento de um PROGRAMA DE GESTÃO (PG) PARA IMPLANTAÇÃO DO PORTUGUÊS COMO SEGUN-DA LÍNGUA. O PG é um conjunto de ações que tem por base a pesquisa acadêmica com vistas à difusão do portu-guês por meio do ensino. É destinado a falantes – nacio-nais ou estrangeiros – de outras línguas. Os requisitos para que as comunidades sejam alvo desse ensino são:
i) terem o domínio de uso de outra língua que não seja a portuguesa, ainda que habitem em território cuja língua ofi-cial seja o português;

O currículo da Licenciatura está organizado de maneira a que os estudantes a concluam em 4 anos. Os dados de formação curricular são os seguintes:
I. O período de vigência é a partir de 1/98
II. Os créditos em disciplinas, segundo a modalidade distri-buem-se em:
1) disciplinas de modalidade obrigatória;
2) disciplinas de modalidade optativa;
3) disciplinas para cumprimento de módulo livre.
III. Há um limite de créditos máximo e de créditos mínimos a serem cursados por período.
IV. O Curso contempla um total de 2460h
Por tratar-se de uma proposta nova, o Curso proporcionou o desenvolvimento de um PROGRAMA DE GESTÃO (PG) PARA IMPLANTAÇÃO DO PORTUGUÊS COMO SEGUN-DA LÍNGUA. O PG é um conjunto de ações que tem por base a pesquisa acadêmica com vistas à difusão do portu-guês por meio do ensino. É destinado a falantes – nacio-nais ou estrangeiros – de outras línguas. Os requisitos para que as comunidades sejam alvo desse ensino são:
i) terem o domínio de uso de outra língua que não seja a portuguesa, ainda que habitem em território cuja língua ofi-cial seja o português;
ii) não terem domínio da língua portuguesa, porque habitam em território estrangeiro;
iii) terem médio domínio da língua portuguesa, mesmo que habitem em território nacional;
iv) terem médio ou fraco domínio da língua portuguesa por habitarem em território estrangeiro.
Para que o funcionamento do PG se tornasse viável, cria-ram-se Grupos de Trabalho (GT) que organizam as pesqui-sas em torno de áreas temáticas, quais sejam:
i) GT LIV / CPLP;
ii) GT LIV / Comunidade de Língua Brasileira de Sinais (Li-bras);
iii) GT LIV / Mercosul;
iv) GT LIV / Comunidades de Línguas Estrangeiras;
v) GT LIV / Comunidades de Línguas Indígenas.
Estas propostas concretas de atividades de pesquisa se realizam com a participação efetiva dos estudantes que, dessa forma, antecipam a prática docente ao desenvolver trabalho conjunto com os professores e a comunidade.
Remuneração: Um professor com jornada de 20 horas semanais ganhará R$ 495,00. Já o mínimo será elevado para R$ 510,00.
Duração: 4 anos

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